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Criticas às Condições da Copa América e Libertadores Feminina

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Problemas de infraestrutura comprometem performance das atletas brasileiras

Brasil enfrenta a Venezuela na estreia da Copa América Feminina 2025
Brasil enfrenta a Venezuela na estreia da Copa América Feminina 2025 — Foto: Divulgação / CBF

A Conmebol enfrenta pesadas críticas após problemas recorrentes nas condições de aquecimento e infraestrutura, tanto na Copa América como na Libertadores Feminina. As jogadoras da seleção brasileira não pouparam palavras ao expressar sua insatisfação sobre as condições enfrentadas durante as competições.

Durante a Copa América Feminina 2025, as atletas relataram dificuldades que comprometeram suas preparações antes dos jogos. “Parece que a gente tá jogando na várzea”, afirmou Ary Borges, referindo-se ao espaço reduzido destinado aos aquecimentos nos vestiários. Os comentários de Ary refletem um problema maior que foi identificado: jogadoras só podiam se aquecer em um local pequeno, enquanto se queixavam do forte cheiro de tinta no ambiente.

Gabi Zanotti, jogadora do Corinthians, também expressou sua frustração. “É uma competição que nós valorizamos muito, e a própria organização não trata como deveria. Fico muito triste por isso. É inadmissível jogar futebol em um gramado nessas condições”, disse a atleta, citando o estado inadequado dos gramados e a falta de preparo físico adequado devido à ausência de aquecimentos adequados.

Observações similares foram feitas em relação à Libertadores Feminina de 2024, onde, apesar do título conquistado pelo Corinthians, a equipe passou por experiências negativas. Além dos problemas já mencionados, o acesso ao campo para aquecimento variava entre os jogos e muitas vezes não era permitido, o que representa uma séria preocupação para a saúde das jogadoras.

Após muitas críticas, a Conmebol anunciou a liberação do aquecimento no campo, permitindo que as jogadoras realizem suas atividades de preparação diretamente na grama. Essa mudança foi recebida com alívio pelas atletas, embora tenha sido vista como uma resposta tardia às reclamações. “Foi um pedido que fizemos, e espero que essa condição seja mantida”, comentou o técnico Arthur Elias.

Assim, o Brasil segue na competição liderando o Grupo B, mas as críticas à Conmebol continuam, com as jogadoras clamando por melhorias na infraestrutura para garantir um ambiente mais adequado para a prática do futebol feminino.

Para mais informações sobre a Copa América e as condições enfrentadas pelas jogadoras, deixe seus comentários abaixo e compartilhe essa matéria!

Referências

  • https://ge.globo.com/futebol/futebol-feminino/noticia/2025/07/18/alem-da-copa-america-conmebol-e-alvo-de-criticas-de-brasileiras-tambem-na-libertadores-feminina.ghtml
  • https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-07/conmebol-libera-aquecimento-em-campo-na-copa-america-feminina
  • https://noticias.r7.com/record-news/elas-com-a-bola/video/parece-que-a-gente-ta-na-varzea-diz-ary-borges-sobre-falta-de-aquecimento-na-copa-america-18072025/

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