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Laéssio Rodrigues: O maior ladrão de livros raros do Brasil revela métodos audaciosos

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Descubra como a obsessão por obras raras o levou a práticas ilícitas e a sua recente implicação em roubos de quadros valiosos!

Como agia o homem apontado pela PF como o maior ladrão de livros raros do Brasil
Como agia o homem apontado pela PF como o maior ladrão de livros raros do Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal (PF) apontou Laéssio Rodrigues como o maior ladrão de livros raros do Brasil. Com um histórico de pelo menos 11 prisões, ele foi acusado de furtar livros centenários que, segundo estimativas, valem milhões de reais. A investigação revelou que Laéssio, acompanhado de comparsas, utilizava métodos sofisticados para entrar em bibliotecas e instituições históricas em São Paulo, como tentar subornar vigilantes para facilitar o acesso às obras.

Imagens obtidas pela PF mostram o grupo em ação, como no caso registrado em um Clube Português, onde 16 livros históricos foram furtados enquanto uma funcionária estava fora. Fabíola Neves, representante da instituição, mencionou a dificuldade em estimar o valor das obras, dada sua importância histórica: “São obras de 1600, 1700”.

Um dos métodos mais audaciosos de Laéssio foi se disfarçar como pesquisador. Na sua última tentativa de infiltração no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, ele e seus comparsas se apresentaram como estudiosos interessados em documentos da Revolução Constitucionalista de 1932. No entanto, o diretor da instituição, João Tomás do Amaral, reconheceu Laéssio, mesmo este usando uma máscara. “Eu o identifiquei pela testa”, contou Amaral.

Laéssio virou personagem de um documentário sobre roubos de patrimônio histórico
Laéssio virou personagem de um documentário sobre roubos de patrimônio histórico — Foto: Reprodução/TV Globo

A obsessão de Laéssio por livros raros é profunda, conforme ele mesmo relatou em um documentário sobre o roubo de patrimônio histórico. Seu interesse começou com publicações sobre a cantora Carmen Miranda, e um áudio obtido pela investigação revela a tentativa de subornar um funcionário com promessas de dinheiro e vantagens pessoais.

Além de seus crimes relacionados a livros, Laéssio também é investigado por sua possível ligação com o roubo de 13 quadros de artistas renomados, como Henri Matisse e Candido Portinari, que foram furtados da Biblioteca Mário de Andrade. Durante a investigação, mensagens e gravações evidenciaram que ele considerava “migrar” para os furtos de obras de arte, afirmando que sua especialidade sempre foi livros.

Por fim, as instituições afetadas ainda se preocupam com o paradeiro das obras desaparecidas. “Quem são os receptadores dessas obras?”, questionou Fabíola Neves, ressaltando a importância de recuperar o patrimônio histórico.

Se você ficou surpreso com essa história intrigante sobre furtos culturais e o impacto sobre a história brasileira, não hesite em deixar seu comentário e compartilhar esta notícia nas redes sociais!

Referências

  • https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/24/como-agia-o-homem-apontado-pela-pf-como-o-maior-ladrao-de-livros-raros-do-brasil.ghtml
  • https://g1.globo.com/fantastico/video/ladrao-de-obras-raras-passa-a-atuar-em-roubos-de-quadros-diz-policia-14641227.ghtml

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