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Momento Tenso: Monique Medeiros Passa Mal Durante Julgamento do Caso Henry Borel

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O impacto emocional ao reviver a tragédia da morte de Henry Borel

Jairinho e Monique no banco dos réus
Jairinho e Monique no banco dos réus — Foto: Reprodução/TV Globo

Na manhã desta sexta-feira, 29 de maio de 2026, durante o julgamento no 2º Tribunal do Júri, Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e uma das réus no caso, passou mal ao visualizar imagens do corpo de seu filho. O incidente ocorreu durante o depoimento do perito Luiz Carlos Leal Prestes, que detalhava as lesões que levaram à morte da criança, resultando em seu atendimento médico e dispensa da sessão.

O perito, que atua como testemunha do Ministério Público, afastou as hipóteses de que a morte de Henry foi causada por um acidente doméstico ou devido a manobras de massagem cardíaca, afirmando que o menino apresentava 17 lesões externas. Prestes descreveu o estado da criança como resultante de um homicídio por espancamento, declarando que Henry sofreu uma morte “lenta, agônica e progressiva”. Ele ressaltou: “Essa criança sentiu muita dor. Essa morte foi lenta, foi agônica”, referindo-se à gravidade das lesões.

Além da situação de Monique, o réu Jairinho também deixou o tribunal antes do depoimento do pai de Henry, Leniel Borel, que já era uma das testemunhas mais esperadas do julgamento. O pai compartilhou lembranças do último final de semana que passou com Henry, mencionando momentos felizes, ao mesmo tempo em que expressava sua indignação com a tragédia ocorrida.

O julgamento, marcado por tensões e drama emocional, ainda conta com a previsão de mais depoimentos de testemunhas nos próximos dias. O processo, que envolve acusações de homicídio qualificado e outros crimes, continua a atrair a atenção do público e da mídia. O resultado do julgamento terá implicações profundas tanto para os réus quanto para todos os envolvidos, principalmente para a memória de Henry Borel.

Henry Borel
Henry Borel — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O caso, que teve repercussão nacional, reflete as complexidades da violência infantil e a responsabilidade dos adultos ao redor da criança. O julgamento está programado para ser longo, com a expectativa de que haja numerosas testemunhas a serem ouvidas e que os debates entre acusação e defesa se estendam por mais uma semana.

Os desdobramentos do caso são aguardados com ansiedade, não apenas pelos envolvidos diretamente, mas pela sociedade que busca justiça e reflexão sobre a proteção das crianças. É fundamental que todos acompanhem e se mantenham informados sobre este evento crítico.

Para compartilhar suas opiniões sobre o julgamento e seu impacto, não hesite em deixar um comentário abaixo!

Referências

  • https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/29/monique-medeiros-passa-mal-durante-julgamento-do-caso-henry-borel.ghtml
  • https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/05/essa-crianca-sofreu-muito-diz-perito-no-quinto-dia-do-julgamento-do-caso-henry.shtml
  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/henry-borel-jairinho-pede-para-sair-antes-de-depoimento-de-pai-da-crianca/

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