O ex-ministro do Turismo fala à imprensa e refuta acusações de crime

A imagem mostra um homem de óculos e cabelo castanho claro, falando para a imprensa. Ele está cercado por repórteres que seguram microfones de diferentes emissoras. Ao fundo, há um carro e um edifício.
Na manhã de sexta-feira (13), a Polícia Federal prendeu Gilson Machado, ex-ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, em uma operação relacionada a investigações sobre possíveis irregularidades envolvendo a expedição de passaporte. Informações indicam que Machado estaria implicado no pedido de um passaporte português para o ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, o que gerou denúncias sobre suas intenções no caso.
Ao chegar ao Instituto de Medicina Legal no Recife para realizar exame de corpo de delito, Machado se dirigiu à imprensa e declarou: “Não matei, não trafiquei drogas. Não tive contrato com traficante. Apenas pedi um passaporte para meu pai.” Ele enfatizou que todo o contato com o consulado aconteceu por telefone e que não esteve presente fisicamente para qualquer atividade relacionada ao passaporte de Cid, afirmando que “entrei em contato, ele foi lá no consulado juntamente com meu irmão”.
A Procuradoria-Geral da República já havia autorizado a investigação, com indícios de que Machado poderia ter atuado para facilitar a saída de Mauro Cid do Brasil. Entretanto, segundo o ex-ministro, ele não obteve sucesso na emissão do documento. “A justiça de Deus tarda mas não falha”, finalizou ele ao deixar o IML.
> O advogado de Gilson, Célio Avelino, confirmou que o ex-ministro prestou depoimento à Polícia Federal e será mantido sob custódia até o julgamento do caso.

Réus de núcleo central de trama golpista são interrogados no STF.
O envolvimento de Gilson Machado com a antiga administração de Jair Bolsonaro, além de seus esforços em cargos políticos, alimenta o noticiário e as investigações em andamento sobre a trama golpista que tem como alvo ex-integrantes do governo. Machado é uma figura conhecida, principalmente por sua participação ativa em eventos relacionados ao ex-presidente e por ter tentado, sem sucesso, candidaturas a cargos eletivos.
Para quem acompanha o cenário político, é fundamental estar atento a movimentações como esta, que envolvem figuras públicas e supostas manobras para facilitar saídas do país em momentos delicados. Como o caso ilustra, as repercussões de eventos políticos ainda podem reverberar em investigações e prisões, evidenciando a necessidade de vigilância tanto por parte da imprensa quanto da sociedade.
Comentários e opiniões sobre o tema são bem-vindos. O que você acha sobre as afirmações de Gilson Machado? Deixe sua opinião abaixo e compartilhe com seus amigos!
Referências
- https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/06/nao-matei-nao-trafiquei-apenas-pedi-passaporte-para-meu-pai-diz-gilson-machado-veja-video.shtml
