Revelações sobre a crise financeira e os bastidores da Sociedade Anônima do Futebol

O americano John Textor de 56 anos é o investidor do Botafogo na Sociedade Anônima do Futebol — Foto: Reprodução
As histórias e os bastidores da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo ganham novos contornos em meio a uma crescente incerteza. Após um início promissor marcado pela conquista inusitada da Libertadores e do título brasileiro de 2024, a relação entre John Textor e seus sócios tem se deteriorado, acirrando disputas judiciais que podem ameaçar o futuro do clube.
Em meio a este cenário, o GLOBO publicou uma série investigativa que reconta a trajetória de Textor no Botafogo. A crise começou em julho de 2025, quando reuniões entre Textor e outros acionistas revelaram uma ruptura de confiança significativa. Documentos tabelados nos autos expuseram as tensões internas e a insuficiência de apoio financeiro ao clube, que acumulava dívidas exorbitantes desde sua descida para a Série B em 2021.
Como ressaltou o artigo, “a disputa nos tribunais já jogou luz sobre o funcionamento interno e os bastidores da SAF”. O Botafogo entrou em um ciclo descendente, enfrentando um rebaixamento histórico e crises financeiras enquanto tentava retornar à elite do futebol brasileiro.
Benificiando-se das mudanças legais que permitiram a criação das SAFs no Brasil, Textor decidiu investir no Botafogo, atraído pelo tamanho e a tradição do clube. A SAF foi oficialmente constituída no final de 2021, prometendo investimentos significativos. Entretanto, conforme as promessas não se concretizam, questões sobre sua competência como gestor começaram a surgir. O colunista Walter Casagrande observou a “soberba do dirigente” enquanto o clube experimentava uma queda de rendimento em campo.

Parte 1 do especial do GLOBO mostra início da construção da SAF do Botafogo — Foto: Vitor Silva
No atual panorama, a situação da SAF se complica com a menção de uma “terceira via” de investidores. Rumores indicam que acionistas minoritários da Eagle Football Holdings, controladores do Lyon, estudam adquirir mais ações para assumir a gestão do Botafogo, indicando um possível plano de reestruturação.
Se a relação entre Textor e seus sócios permanece tensa, ele insiste que não há mais conflitos. Enquanto isso, o Botafogo segue tentando reencontrar sua identidade no cenário do futebol brasileiro, enfrentando críticas pela falta de resultados positivos e por decisões controversas do comando.
É um momento crucial para o Botafogo e seus torcedores, que esperam uma recuperação e retorno às vitórias. O artigo do GLOBO e outros relatos evidenciam que a história do clube está longe de ser contada, com muitos desafios pela frente.
Os leitores são convidados a comentar e compartilhar suas opiniões sobre o futuro do Botafogo e os rumos da SAF!
Referências
- https://oglobo.globo.com/esportes/especial/ascensao-gloria-e-incerteza-as-historias-e-os-bastidores-da-saf-do-botafogo-parte-1.ghtml
- https://www.fogaonet.com/noticias-do-botafogo/terceira-via-acionistas-minoritarios-eagle-controlam-lyon-michele-kang-estudam-comprar-mais-acoes-assumir-saf-botafogo/
- https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/casagrande/2025/09/18/onde-esta-a-sua-arrogancia-prepotencia-e-soberba-sr-john-textor.htm
