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Mulher é assassinada em Sepetiba por motivo possessivo; mãe denuncia filho envolvido

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A tragédia em Sepetiba levanta questões sobre violência e a busca por justiça

Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário é procurada por ser mandante de homicídio de mulher em Sepetiba.
Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário é procurada por ser mandante de homicídio de mulher em Sepetiba — Foto: Reprodução

Na manhã do dia 4 de novembro, Laís Oliveira Gomes Pereira, de 25 anos, foi brutalmente assassinada enquanto empurrava o carrinho de seu filho de 1 ano e 8 meses, na Travessa Vitória, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A vítima foi atingida por um tiro na nuca, em um crime que chocou a comunidade local.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, atual companheira do pai da filha de Laís, teria planejado o assassinato com o intuito de ficar com a guarda da criança. “Gabrielle arquitetou todo o plano e ofereceu cerca de R$ 20 mil a dois homens — Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto — para executarem a vítima”, afirmou a polícia (G1, 2025). Os dois homens foram presos e confessaram o crime, revelando que haviam acompanhado Laís antes de atacá-la.

Durante os dias seguintes à tragédia, quando as investigações avançaram, uma reviravolta no caso surpreendeu a todos: a mãe de Davi de Souza Malto, Kelly Silva de Souza, reconheceu seu filho nas imagens de câmeras de segurança e decidiu denunciar a sua participação no crime. Em um depoimento emocionante, ela declarou: “Eu liguei pra denunciar o meu filho. Porque meu filho foi nascido na igreja, meu filho tocava guitarra no ministério de louvor. Eu nunca imaginei que meu filho fosse tirar a vida de uma menina inocente” (Folha, 2025).

A história do crime repercutiu amplamente, não apenas pela brutalidade envolvida, mas também pelo vislumbre das relações familiares e suas trágicas complicações. O velório de Laís aconteceu dias depois do assassinato, e a dor sentida por sua família foi expressa em palavras de Kelly: “Quero pedir perdão pra esse pai. Essa família da Laís que chora… eu não criei um bandido, gente. O meu filho era um menino de bem” (CNN Brasil, 2025).

Este caso de feminicídio ressalta a crescente preocupação com a violência contra a mulher e a complexidade das relações familiares. Conforme as investigações progridem, o clamor por justiça por parte da família de Laís e a comunidade se intensificam.

A tragédia desencadeou uma série de discussões sobre segurança e proteção de direitos, colocando a importância de repensar políticas públicas que previnam tal violência. A sociedade se questiona: até quando tais crimes continuarão a ocorrer sob o silêncio?

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Referências

  • https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/11/11/policia-identifica-mandante-da-morte-de-jovem-em-sepetiba.ghtml
  • https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/11/mae-denuncia-proprio-filho-suspeito-de-assassinar-mulher-por-r-20-mil-no-rio.shtml
  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/suspeitos-de-matar-mulher-a-caminho-de-casa-com-filho-sao-presos-no-rio/

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