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Passageira promete processar companhia aérea após confusão em voo intercontinental

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Entenda o caso que gerou revolta e mobilização nas redes sociais!

Movimento no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Movimento no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. — Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A técnica projetista Pâmela Baldan, natural de Vitória, no Espírito Santo, entrou na mira da justiça ao anunciar que vai processar a companhia aérea Latam. O motivo? Uma turbulenta experiência durante um voo de retorno à sua terra natal proveniente de Frankfurt, na Alemanha, onde viajava com seu marido.

Pâmela relatou que a confusão teve início quando o casal, que havia reservado assentos com mais espaço, recebeu cartões de embarque com lugares diferentes. “Eles me trataram como louca. Eu mostrava os comprovantes e ninguém queria ouvir”, relembrou a passageira afetada por essa situação desconfortável. A desavença culminou na intervenção da polícia, que escoltou Pâmela durante o voo. A companhia aérea posteriormente pediu desculpas e devolveu o valor pago, mas a passageira considera essa restituição insuficiente diante dos transtornos enfrentados.

Após o ocorrido, a Latam entrou em contato com Pâmela, solicitando que ela relatasse os detalhes da experiência e prometeu que o caso seria encaminhado para análise da diretoria. A companhia se desculpou, afirmando: “Lamentamos o desconforto vivenciado pelos clientes”. Contudo, “nenhuma proposta de acordo havia sido apresentada” até a publicação da matéria.

Um aspecto que gerou indignação foi a separação do casal durante o retorno, o que tornou a experiência ainda mais estressante. “Foram 12 horas de voo. Eu fiquei longe do meu marido e totalmente abalada com tudo o que tinha acontecido”, desabafou Pâmela.

Além disso, a advogada civilista Kelly Andrade destacou que, por lei, a alteração de assentos só deve ocorrer em casos de justificativas técnicas ou de segurança, e o tratamento recebido pela passageira representa uma possível violação dos direitos dos consumidores.

Com a intenção de não deixar a situação impune, Pâmela Baldan pretende registrar uma reclamação formal na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e nos órgãos de defesa do consumidor. A especialista também a orientou a coletar todos os comprovantes e registros do ocorrido para eventual busca de indenização por danos morais.

A revolta de Pâmela ressoa entre os consumidores, que cada vez mais exigem respeito e Justiça nas relações com as companhias aéreas. Este caso, que ganhou destaque nas redes sociais, levanta questões importantes sobre os direitos dos passageiros. O que você faria em uma situação semelhante? Deixe seu comentário!

Referências

  • https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2026/05/26/me-trataram-como-louca-passageira-escoltada-pela-policia-apos-confusao-em-voo-para-o-brasil-diz-que-vai-processar-companhia-aerea.ghtml

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